Roteiro 6 Dias Portugal

Seis dias inesquecíveis percorrendo o centro e norte de Portugal de pequenas aldeias ás maiores cidades.

Previous Post Next Post

Roteiro Judaico em Portugal

 

Coimbra – Tomar – Castelo Branco – Covilhã

Saindo de Coimbra em direção a Tomar onde iremos visitar a sua Sinagoga centenária a mais antiga em Portugal. A construção do Convento de Cristo inicia se com o castelo templário.

Continuamos a nossa Rota Judaica em Portugal chegamos a Castelo Branco, onde a Casa da Memória Judaica em Castelo Branco é visita obrigatória, dividido em diferentes áreas retratando a presença judaica nesta cidade como Amato Lusitano ou Afonso de Paiva.

Seguimos para a Covilhã, onde a comunidade judaica da cidade, foi desde o século XII e até à sua diluição, a maior e mais importante da Região da Serra da Estrela e uma das maiores e mais fortes de Portugal. Existiam, no final do século XV, pelo menos três núcleos hebraicos. Um intramuralhas junto às Portas do Sol; o segundo, na parte exterior das mesmas confinando com elas, e o terceiro corresponderia a bairros de localização perto da cidade. Este último deverá ter o seu nome ligado a uma zona que terá sido refúgio de judeus perseguidos.

 

3ºDia

Covilhã – Belmonte – Guarda

Continuamos a nossa Rota em direção a Belmonte terra portuguesa onde a presença dos judeus é mais forte, destacando-se por ter sido um caso singular, no território peninsular, de permanência da cultura e da tradição hebraicas desde o início do século XVI até aos dias de hoje.A comunidade judaica está aí estabelecida desde a Idade Média, e a Judiaria estendia-se então entre as actuais ruas da Fonte da Rosa e Direita. Em 1297 terá sido inaugurada a primeira sinagoga da vila, que posteriormente foi adaptada ao culto cristão. Com o édito de expulsão de D. Manuel, manteve-se em Belmonte um grupo de criptojudeus que subsiste até à actualidade.

Apesar das perseguições de que, não poucas vezes, eram alvo, estes Filhos de Israel mantiveram os costumes básicos do Judaísmo até ao presente, subsistindo numa comunidade fechada, na qual as mulheres se encarregaram da preservação y da manutenção da tradição durante 500 anos. O isolamento levou a que esta comunidade perdesse o uso comum do hebraico e muitos dos ritos religiosos, mas permitiu que a base religiosa do judaísmo fosse mantida. Somente em 1989 os sefarditas belmontenses regressaram de forma efectiva ao Judaísmo, fundando oficialmente a Comunidade Judaica de Belmonte.

Seguimos a nossa rota judaica até á Guarda, onde comuna judaica da Guarda foi durante longos períodos uma das mais importantes do país e é considerada uma das mais antigas.

 

4ºDia

Lamego – Vale Do Douro – Amarante – Porto

Partimos para uma visita á Cidade de Lamego onde desde o sec. XIV que os judeus da então importante cidade de Lamego ocupavam a área entre o castelo e a igreja de Stª. Maria de Almacave. No séc. seguinte os bairros judeus eram já dois; o mais antigo (judiaria da velha), localizava-se junto á Porta do Sol, o que correspondia à judiaria nova ou do fundo junto do adro da igreja citada. Neste bairro localizava-se a sinagoga na antiga Rua da Esnoga. Em 1436, eram mais de 400 os habitantes judeus das duas zonas. Apesar da importância religiosa católica de Lamego, a percentagem deste número é de extremo significado. A partir do reinado de D. Duarte que os dois bairros fossem encerrados à noite através de portas colocadas para esse efeito. Estas localizavam-se respectivamente na rua que abria para a Praça (do Comércio) e na que abria para o adro da igreja de Almacave. A actual Rua Nova correspondia ao primeiro caso (mais a Rua (Travessa) da Fonte Velha, Rua da Seara e Rua da Cruz) e inclusivamente chegavam a ocupar a Rua do Almacave. Na Rua Nova (antiga judiaria nova) pode ver-se um característico portal ogival, granítico (agora com inscrição cristã). Pode ter sido aqui a antiga Sinagoga.  José de Lamego, sapateiro judeu, foi quem recebeu de Pêro da Covilhã na cidade do Cairo as informações que de seguida permitiram a D. João II conhecer todos os dados referentes às costas leste africana, arábica e índia que lançou a viagem de Vasco da Gama.

Continuamos a nossa viagem para mais importantes pontos turísticos em Portugal, o Vale do Douro onde poderão visitar e conhecer um dos mais importantes produtos Portugueses o vinho do Porto e admirar uma vista de cortar o fôlego no Miradouro de Casal de Loivos e visitar a estação de comboio do Pinhão onde os 24 painéis de azulejos nos mostram o trabalho árduo na produção do precioso vinho. Esta região foi considerada pela Unesco como património da humanidade em 2001.

E agora a razão que nos trouxe ao Vale do Douro, a visita uma Quinta, onde durante duas horas avistamos hectares de vinhas e sua historia e por fim uma prova de vinhos.

 

5º Dia

Porto

Visita na cidade no Porto.

A cidade do Porto, que desde o início da nacionalidade possuía várias judiarias, viu D. João I, em 1386, mandar concentrar os judeus no bairro do Olival, dentro das muralhas medievais. A nova judiaria confinava com duas das portas dessa muralha, locais ainda hoje referenciáveis: a do Olival e a das Escadas da Esnoga. A Sinagoga situava-se no local do actual convento de S. Bento da Vitória. Durante a época medieval, o Porto era sede de uma das sete ouvidorias (administração autónoma de justiça) judaicas do país; a de Entre Douro e Minho. Já no tempo dos cristãos-novos, estes, principalmente ligados à burguesia mercantil e ao negócio marítimo, são obrigados a fixar-se na R.de S. Miguel, principal eixo do bairro. Há poucos anos, foi aqui descoberta a Sinagoga secreta (nº 9-11) cujo Hejal está agora preservado e visitável. Visita á Sinagoga, bem como a todos os locais de importante interesse turístico. Visita a uma das Caves onde o Vinho do Porto repousa depois de ter vindo do Vale do douro, bem com uma degustação. Seguimos para visitar uma das mais famosas e belas livrarias em todo o mundo a livraria Lello, de seguida a Catedral do Porto com uma vista fantástica da cidade, o Palácio da Bolsa, a Igreja de São Francisco. Vamos cruzar a Ponte de D. Luis, para Gaia onde iremos visitar uma das caves do Vinho do Porto, para entender todo o processo  da produção deste vinho único que é o vinho do Porto, 

 

6ºDia

Porto – Aveiro – Coimbra

Saída do Porto para Aveiro conhecida por Veneza Portuguesa com seus canais, anteriormente utilizados para o transporte do sal e da moliça. Tempo para conhecer e experimentar a sua doçaria tradicional, os “ ovos moles”, com possível passeio de barco Moliceiro esse pequenos barcos que quase se assemelham a gôndolas. Visita ás salinas, a industria do Sal, continua a ser importante neste centro que durante muitos anos se dedicou á salga do bacalhau. Os palheiros da Costa Nova são famosas e castiças casas de riscas existentes na praia. Continuando nosso passeio chegamos então á Cidade dos Estudantes. Fim dos Serviços.

 

 

Usamos cookies para oferecer a melhor experiência on-line. Ao concordar em aceitar o uso de cookies de acordo com nossa política de cookies.

Configurações de Privacidade

When you visit any web site, it may store or retrieve information on your browser, mostly in the form of cookies. Control your personal Cookie Services here.

These cookies are necessary for the website to function and cannot be switched off in our systems.

In order to use this website we use the following technically required cookies
  • wordpress_test_cookie
  • wordpress_logged_in_
  • wordpress_sec

Decline all Services
Accept all Services